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LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA PARA JOVENS( clique aqui e visitem cpb.com.br)





Lição 642009
PLANEJANDO DE ANTEMÃO

Lição 6 de 1º a 6 ne novembro 2009


“Em vez disso, eu disse aos seus filhos: ‘Não guardem as leis que os seus antepassados fizeram; não sigam os costumes deles, nem se manchem com os seus ídolos. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Obedeçam às Minhas leis e aos Meus mandamentos. Façam do sábado um dia sagrado, de modo que seja um sinal da aliança que fizemos. O sábado fará com que lembrem que Eu sou o Senhor, o Deus de vocês’” (Ez 20:18-20).

Prévia da semana: Podemos ser sempre agradecidos poruqe nosso Deus é um Deus de ordem e detalhe tanto em misericórdia como em justiça.

Domingo, 1o de novembro
Introdução
Será que sou sonâmbula?
Eu tinha me oferecido para fazer o serviço menos popular em meu local de trabalho. Era no andar de baixo, num lugar frio, sujo e barulhento. Mas eu estaria sozinha, e sabia que precisaria de tempo a sós com Deus. Sempre peço a Deus que esteja comigo, mas depois passo o dia como se Ele estivesse bem longe.
“O Senhor está aqui, Deus?” Perguntei, quando cheguei lá embaixo. Tudo dentro de mim estava alerta para a confirmação de Sua presença.
Momentos depois, Kesavan, um colega de trabalho que é Hare Krishna, passou por ali e parou. Ele é gentil, humilde e amável, e já tivemos muitas conversas agradáveis sobre Deus. Nessa ocasião, ele perceptivelmente perguntou se eu tinha me oferecido para fazer esse serviço para poder ler e orar! Começamos a conversar sobre Deus. Exprimi em voz alta o pensamento de que talvez pudéssemos ter uma conversa a três – eu, Kesavan e Deus.
Exultamos com a sublimidade dessas ideias, e quando ele se voltou para ir embora, disse: “Agora eu sei que Deus me enviou aqui para conversar com você, porque fui abençoado.”
Deus! Cultivar a consciência de Sua presença é tão emocionante! Ontem, saí correndo de casa, atrasada para uma programação à noite na igreja. No carro, a música tocava, lamentosa: “Por favor, lembre-se de Mim.” Exatamente nesse momento, eu a vi – a lua, prateada e gloriosa, aparecendo atrás da silhueta de colinas distantes. Parei. “Oh, Deus, sinto muito”, orei. “Ajuda-me a lembrar do Senhor a cada momento do meu dia.” Quão curta é minha memória!
O santuário deve ter sido uma visão incrível no deserto, representando a glória de Deus e contando a história da salvação por meio de seus serviços, sacrifícios e símbolos. Como ele deve ter dirigido os olhos das pessoas para o Céu, enquanto elas viajavam pelo triste deserto em direção à terra prometida. Contudo, mesmo com tudo isso, Deus instruiu os filhos de Israel a usar borlas em suas vestes para lembrá-los de obedecer a Seus mandamentos.
Hoje vivemos num mundo cheio de distrações. Porém, Deus está em toda parte. Ele nos fala através do pôr do sol e do nascer do sol, do arco-íris, do oceano, do surgimento da lua e das amizades. Mesmo assim, algo me diz que talvez eu precise usar uma borla.
Nesta semana, aprenderemos o que o livro de Números tem a nos ensinar sobre a importância de nos lembrarmos de Deus e sobre a maneira de fazer isso.
Mãos à Bíblia
1. Que ofertas deveriam ser feitas, além das de animais? O que representavam? Nm 15:1-10, 18-21
O termo hebraico traduzido como “manjares/cereais” é minchah, que significa oferta ou tributo. Incluía farinha, azeite e vinho, representando a gratidão do ofertante pelas bênçãos de Deus nos campos e colheitas (veja Dt 8:18).
2. Como o apóstolo Paulo aplicou esse conceito nos tempos do Novo Testamento? Rm 12:1; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2
Jenelle Hockley | Perth, Austrália

Segunda, 2 de novembro
Evidência
União por meio de uma borla
A princípio, as leis de Números 15 parecem fora de lugar em meio ao resto da narrativa. Essas leis, contudo, revelam um Deus fiel que deseja o companheirismo de Seus filhos e que os chama à obediência após os desastrosos eventos do capítulo 14.
O chamado de Deus à obediência veio na forma de um lembrete físico para os israelitas. Eles deviam incorporar um cordão azul (literalmente “violeta”) em borlas (pingentes), que deviam colocar nas pontas de suas vestes. Essas borlas, com seu cordão azul, deviam ser um constante lembrete: “Farão com que vocês lembrem de todos os Meus mandamentos e os sigam em tudo. Assim, vocês serão um povo separado só para Mim” (versos 39 e 40).
A obediência aos mandamentos de Deus é um sinal de nosso amor por Ele. O sábado era um teste, ou sinal de obediência. João 14:21 diz: “A pessoa que aceita e obedece aos Meus mandamentos prova que Me ama. E a pessoa que Me ama será amada pelo Meu Pai, e Eu também a amarei e lhe mostrarei quem sou.”
Era significativo o fato de que as borlas eram colocadas na barra da roupa. Em tempos antigos, a barra de uma roupa era considerada uma extensão daquela pessoa. Dessa forma, a obediência a Deus era uma extensão da pessoa. Que características e prioridades são uma extensão nossa?
Estamos vivendo durante um tempo de êxodo espiritual. Aguardamos a terra prometida do Céu. E assim como com os israelitas, Deus deseja ter companheirismo conosco.
O companheirismo com Deus forma o alicerce para a obediência e molda nossa atitude para com o ato de doar. Esse não deve ser algo frio, mas (como as ofertas mencionadas em Números 15) deve-se doar o produto puro, o que aponta para Jesus, que Se ofereceu sem mácula a Deus (Hb 9:13, 14).
Quando seguimos as leis que Deus deseja gravar em nossa mente e escrever em nosso coração, Ele nos dá uma vida abundante. Ele nos chama a viver “em amor, como também Cristo nos amou e Se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus” (Ef 5:2, NVI).
Mãos à Bíblia
3. Que mandamentos específicos foram dados à segunda geração de israelitas quando esperavam se estabelecer em Canaã? Nm 15:14-16. Como esse mesmo princípio se revelou no Novo Testamento? Gl 3:26-29; Cl 3:11
Estrangeiros seriam aqueles que, habitando entre os israelitas, aceitassem plenamente a fé e, no caso dos homens, fossem circuncidados apropriadamente. Eles deveriam ser tratados e amados como se fossem israelitas. “A mesma lei” ou “ordenança” se aplicará tanto “a vocês como ao estrangeiro residente” (Nm 15:16, NVI). Admirável inclusividade!
4. Na oração de dedicação, proferida na inauguração do primeiro templo, que pedido fez Salomão a Deus com respeito aos não israelitas? 1Rs 8:41-43. O que disse Isaías sobre os estrangeiros que buscassem adorar no templo? Is 56:6, 7
Suzanne McDonald | Perth, Austrália

Terça, 3 de novembro
Exposição
Cor que levanta o ânimo
Quebrando o silêncio (Nm 15:1, 2, 17, 18, 37, 38). Aquele tinha sido o maior rompimento que os israelitas tinham tido até então com seu Pai e Guia espiritual. Após uma birra coletiva e uma tentativa insana de reivindicar o prêmio prometido, Israel tinha aprontado uma grande trapalhada. Enquanto relutantemente desmontavam o acampamento, o silêncio espiritual deve ter sido ensurdecedor. Quem iria quebrá-lo?
Para surpresa deles, foi Deus. Contudo, o fato de ter sido Ele quem quebrou o silêncio não foi a única surpresa. Em vez de uma intimidadora censura ou de palavras tranquilizadoras, Deus apresentou detalhada mensagem sobre sacrifícios e borlas!
Enquanto os israelitas ouviam a Deus, devem ter se dado conta de que Ele estava reafirmando Sua promessa original de lhes dar a terra. Com o risco real de a comunidade mergulhar em profunda depressão espiritual com relação a seu destino, Deus quebrou o silêncio para reafirmar-lhes Sua promessa e a realidade de que a terra era algo que Ele lhes estava dando, não algo que haviam perdido. Em segundo lugar, essa reiteração das leis de Deus lembrou aos israelitas que Ele ainda estava lhes apontando claramente um modo melhor de vida.
Ofertas perfumadas de esperança (Lv 7:28-36; Nm 15:1-13; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2). Essas leis quanto a ofertas queimadas e ofertas voluntárias se pareciam com receitas. Misture um décimo de um efa de farinha com um quarto de hin de azeite e passe grossas fatias de carne de carneiro nessa mistura para produzir uma oferta que tem aroma muito agradável.
Essas instruções quanto a sacrifícios são fascinantes e, surpreendentemente, encorajadoras. Tanto a farinha quanto o vinho subentendem que as pessoas envolvidas em apresentar esses sacrifícios já eram parte de uma comunidade agrícola estabelecida, onde se colhia trigo e se prensava uvas. Portanto, essas leis reafirmam intrinsecamente a promessa de que Israel se estabeleceria na fértil Terra Prometida. Não só isso, mas essas ofertas retratam o fato de que Deus estava convidando Seu povo para participar de uma apetitosa refeição de paz com Ele e com os sacerdotes.1 Esses sacrifícios representavam o perdão e a restauração do relacionamento.
Talvez isso identifique a verdadeira razão pela qual os sacrifícios eram um aroma agradável a Deus. Em vez de Deus gostar particularmente do cheiro de carne marinada, Ele aprecia a possibilidade de desfrutar de um relacionamento restaurado conosco. É por isso que a vida de Jesus foi tão fragrante para Deus; e é por isso também que somos chamados a espalhar essa mesma fragrância de Cristo onde quer que formos.
O verdadeiro status dos estrangeiros (Nm 15:14-16; Gl 3:26-29; Cl 3:1-11). Também é revigorante notar quão inclusivo Deus foi nas leis que Ele partilhou com os israelitas. Em muitos lugares do capítulo 15, Ele disse aos israelitas que as mesmas leis quanto às ofertas voluntárias e pacíficas se aplicavam aos estrangeiros que viviam entre eles, da mesma forma que se aplicava a eles. Deus estendeu a eles a paz, assim como Ele a estendia aos israelitas.
Contudo, é possível ver esse inclusivismo com lentes muito mais otimistas do que correspondia à realidade. Na verdade, os estrangeiros não tinham exatamente o mesmo status dos israelitas. Conquanto pudessem desfrutar do mesmo status civil que os judeus nativos (Lv 24:22; Nm 35:15), os estrangeiros não partilhavam exatamente do mesmo status religioso.2
Somente em Jesus Cristo são removidas as desigualdades raciais, de gênero e econômicas. Conquanto as leis humanas possam sugerir que os desequilíbrios sociais sejam corrigidos, tais desequilíbrios são plenamente eliminados somente através da obra abarcante de Cristo.
Pequenos lembretes de identidade (Nm 15:37-40; 1Pe 2:1-9; Ap 1:4-6). Finalmente, chegamos ao fim de todas essas leis, e o que resta? Leis relativas a borlas! Isso certamente deve ser um exemplo perfeito de leis insignificantes relativas a assuntos periféricos. Mas, pare para considerar o que as borlas representavam. Deus reconhecia quão fácil seria que os israelitas se esquecessem dEle e de Seus caminhos. Portanto, lhes deu uma forma tangível de se lembrarem. O propósito dessas borlas era semelhante ao dos adesivos de carros, vendidos hoje, falando de Deus.
O Senhor também especificou que as borlas deviam ter um fio azul passando por dentro. Nos tempos do Antigo Testamento, as tintas azul e púrpura eram produzidas com o caracol Murex Trunculus, que vivia no oceano que margeava o Líbano. As pessoas precisavam pegar 12 mil caracóis para fazer apenas 1,4 kg de tinta azul-púrpura, portanto, essa era uma cor muito cara!3 A pessoa precisava ser rica e famosa para usar roupas azul-púrpura.4 É interessante descobrir que Deus pediu a Seu povo que vestisse os sacerdotes e decorasse o santuário com material azul-púrpura (Êx 26:1; 28:5-8; 39:1). Assim, quando Deus ordenou que todo o Seu povo usasse borlas com um cordão azul, Ele estava dizendo: “Vocês são valiosos e especiais! Vocês são Meu sacerdócio real!” Em meio à rebelião e à potencial depressão espiritual, Deus levantou o ânimo de Seu povo com a cor da prosperidade.
1. The New American Commentary, v. 3-B: Numbers (Nashville, Tenn.: Broadman & Holman Publishers, 2000), p. 245.
2. Jacob Milgrom, The JPS Torah Commentary: Numbers (Philadelphia: Jewish Publication Society, 1990), Excursus 34, p. 399.
3. Ibid., p. 127.
4. Lembre-se de que Lídia era vendedora de roupas azul-púrpura (At 16:14).
Mãos à Bíblia
5. Se a congregação percebesse que, como um grupo, havia se desviado dos mandamentos do Senhor, o que deveria ser feito? Qual é o significado do fato de que eles tinham que levar uma “oferta pelo pecado perante o Senhor, por causa do seu erro”? Nm 15:22-27
É interessante que o Senhor distinguia entre as coisas praticadas involuntariamente das que eram deliberadas. Ao mesmo tempo, porém, até mesmo as coisas praticadas sem querer eram consideradas “pecado” e precisavam ser atendidas.
6. Como o indivíduo obtinha expiação por seu pecado de ignorância? Qual era a diferença do procedimento do pecado da congregação? Nm 15:27-29
Sven Östring | Perth, Austrália

Quarta, 4 de novembro
Testemunho
Natureza humana – ainda a mesma!
O tema se repete, ecoando como um irritante estribilho ao longo dos séculos, seja em Gênesis, Êxodo ou hoje – “Fiz as coisas do meu jeito.” Primeiro, prestamos serviço de lábios ao jeito de Deus fazer as coisas, mas depois nossa própria vontade assume o comando. Considere, então, os resultados:
“A mistura de gente que com os israelitas subira do Egito era uma fonte contínua de tentação e dificuldades. Professavam ter renunciado à idolatria, e adorar o verdadeiro Deus; mas sua primitiva educação e ensino lhes haviam modelado os hábitos de caráter, e estavam mais ou menos corrompidos pela idolatria e irreverência para com Deus. Eram os que mais frequentemente suscitavam contendas e os primeiros a queixar-se, e contaminavam o acampamento com suas práticas idólatras e murmurações contra Deus.
“Logo depois da volta ao deserto, ocorreu um caso de violação do sábado, sob circunstâncias que o tornavam de uma culpabilidade peculiar. O anúncio do Senhor de que deserdaria Israel, despertara um espírito de rebelião. Alguém do povo, irado por ser excluído de Canaã, e decidido a mostrar seu desafio à lei de Deus, atreveu-se a uma transgressão declarada do quarto mandamento, indo apanhar lenha no sábado. ... O ato deste homem foi uma violação voluntária e deliberada do quarto mandamento – pecado este não cometido por inadvertência ou ignorância, mas por presunção. ... Os pecados de blasfêmia e voluntária violação do sábado recebiam o mesmo castigo, sendo igualmente uma expressão de desprezo pela autoridade de Deus” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 408, 409).
Acontece tantas vezes – primeiro se aborrece o pecado, depois se tem pena dele, e por fim se o abraça. As seduções podem ser atrativas, mas nos levam para longe de Deus. A escolha de seguir nossos próprios caminhos logo pode se tornar uma revolta aberta contra Deus e Seus caminhos. Não é de admirar que somos aconselhados a “guardar bem as vias de acesso à alma” (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 403). Precisamos estar constantemente cientes de que o inimigo de Deus atacará de maneira furtiva, sutil. Toda a armadura de Deus é vitalmente necessária, a cada hora de cada dia.
Mãos à Bíblia
7. Por que o castigo pelo atrevimento parecia tão severo? Como se manifestava a graça em tudo isso? Que lições podemos aprender desse preceito? Nm 15:30, 31
A frase no hebraico é “com punho erguido”, postura de arrogância e rebelião. Israel pecou verdadeiramente “com punho erguido” contra o Senhor em Cades. Mas Deus transformou a sentença de morte em banimento para o deserto. A lição é que os pecados são considerados com muita seriedade pelo Senhor.
8. Por que o Senhor exigiu que toda a congregação tomasse parte na execução mencionada em Números 15:32-36? Que lição espiritual podemos tirar disso?
Evidentemente, Deus estava tentando mostrar a Seu povo a seriedade do pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Precisamos estar especialmente cientes do fato de que nossos atos afetam os outros, bem como a nós mesmos, para o bem ou para o mal.
Yvonne L. Johnson | Perth, Austrália

Quinta, 5 de novembro
Aplicação
Como se lembrar de não esquecer
Os israelitas esqueceram de se lembrar das coisas mais importantes, como o Deus que os tirou do Egito, as ordens que Ele lhes deu, a terra que Ele lhes prometeu. Deus sabia que eles se esqueceriam, portanto, como um cordão amarrado a um dedo, Ele lhes deu um auxílio à memória – algo para ajudá-los a se lembrar, para que não se esquecessem.
Simples fios de linha amarrados juntos por um cordão azul e presos às pontas de todas as vestes, a fim de que para toda parte que os israelitas se virassem, pudessem se lembrar. Não se esqueça do Deus que ama você. Para os israelitas havia um mar de azul que se movia em contraste com um infindo deserto amarelo. Não se esqueça dos planos que Ele tem para você. Uma borla pendente de uma ponta da roupa. Não se esqueça do que o “Eu Sou” prometeu.
Eis aqui quatro coisas que podemos fazer para nos lembrar de não esquecer o que realmente importa:
Amarre a Palavra de Deus nas suas mãos (Dt 11:18). A maioria de nós usa as mãos para ganhar a vida. Seja digitando num computador ou girando um torno para madeira, as mãos são importantes para criar a vida que você vive. Já pensou se todas as suas ações, todos os atos das suas mãos, pertencessem a Deus?
Prenda a Palavra de Deus na sua testa (Dt 11:18). Dê a Deus sua vida no aspecto dos pensamentos. O que se passa dentro da sua cabeça determina no que você se concentra e onde coloca sua energia. Imagine como seu futuro seria moldado se você se disciplinasse para constantemente estar em contato com Ele durante o dia; se, como Paulo, você levasse “cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2Co 10:5, NVI).
Estabeleça prioridades em sua vida (Jr 2:32). Você valoriza as coisas terrenas acima das celestiais? Então, por certo irá se esquecer de Deus. Escolha, hoje, colocar as prioridades de Deus no topo de sua lista.
Conte à próxima geração (Sl 78:4). Como qualquer bom professor irá lhe dizer, se você deseja saber se realmente aprendeu algo, tente ensiná-lo a outra pessoa. Passando adiante seu conhecimento, fé e compreensão, você invariavelmente irá fortalecer sua própria experiência cristã.
Mãos à Bíblia
9. Segundo instruções dadas a Moisés, o que o Senhor pediu aos israelitas que prendessem em suas vestes? Nm 15:38
Aparentemente, o uso de borlas de várias cores era uma prática comum entre os povos antigos do Oriente Médio, e Deus adotou essa prática. A “franja” ou borla era presa aos quatro cantos das vestes exteriores com uma linha azul em cada borla.
10. Que razão foi dada para o uso dessas borlas? Isto é, de que coisas específicas Deus queria que os israelitas se lembrassem? Nm 15:39-41
O verbo “lembrar-se” aparece duas vezes nestes versos. Cada vez que um israelita visse as borlas, deveria se lembrar de cumprir todos os mandamentos de Deus, e ser santos a Deus (v. 40).
Karen Collum | Brisbane, Austrália

Sexta, 6 de novembro
Opinião
Sair da rotina
Os israelitas haviam caído numa rotina. Haviam vagueado pelo deserto durante tanto tempo, que alguém ficaria em dúvida se eles eram ou não capazes de fazer qualquer outra coisa. Mas Deus os encorajou a olhar para a frente, aos planos que Ele tinha para eles. Em vez de se julgarem miseráveis e sentirem pena de si mesmos, deviam olhar adiante, a seu brilhante futuro, e ficar entusiasmados com ele!
Israel representa a maneira pela qual as pessoas na igreja de Deus se comportam hoje. Deus estava encorajando os israelitas a ansiar por seu brilhante futuro e a se prepararem para ele. E deseja que nós também façamos o mesmo. Mas é fácil olhar à nossa volta e ficarmos deprimidos com todas as coisas ruins que vemos na igreja. Na próxima vez que você for tentado a fazer isso, pense sobre o que Deus tem preparado para você. Talvez você descubra que Deus tornará isso uma realidade quando você estiver preparado.
Se escolhermos seguir nosso próprio caminho, lembre-se do que aconteceu com o transgressor do sábado que foi morto (Nm 15:32-36). Deus só deseja o que for melhor para nós, e os Dez Mandamentos são as regras de vida que levarão a uma vida longa e à fidelidade. Mas a importância que Deus coloca sobre esses mandamentos é enfatizada aqui pela pena de morte. A desobediência daquele homem não foi prejudicial só para si mesmo, mas poderia ter levado outros a se desviarem. Esse descontentamento poderia facilmente ter-se espalhado por todo o acampamento, levando o povo de Deus ao trilho da rebelião e da desconfiança. Alguns podem considerar Deus muito severo em matar alguém por transgredir o sábado, mas àquela altura da viagem era essencial que todos compreendessem a importância de se guardar os mandamentos de Deus.
Deus sabe quão facilmente nos esquecemos, e por isso Ele criou muitos lembretes visuais de Si mesmo e de Seus caminhos. Disse aos israelitas que fizessem certas coisas para que não se esquecessem de como Ele os havia guiado no passado. Em Números 15:37-41, Ele ordenou que colocassem borlas nas pontas das vestes para que se lembrassem de Suas ordens e de sua consagração a Ele.
Não seria também útil colocarmos esses lembretes em nossos próprios caminhos? As ordens de Deus são importantes para você?
Mãos à obra
  1. Usando sua forma artística favorita, crie um lembrete visual para sua casa que lembre você de guardar a lei de Deus. Por exemplo, se você gosta de caligrafia, pode escrever os Dez Mandamentos em papel de pergaminho, colocar uma moldura e pendurar numa parede.
  2. Reúna-se com um grupo de sua igreja e distribuam em sua comunidade folhetos sobre os Dez Mandamentos.
  3. Decore Êxodo 20:1-17, e depois recite a passagem a um amigo ou repita-a em voz alta enquanto trabalha em casa.
  4. Convide alguns amigos num sábado à noite para assistirem ao clássico filme Os Dez Mandamentos. Depois, façam uma discussão em grupo sobre o assunto.
Joy Thomson | Perth, Austrália

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