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Lição da Escola Sabatina para Jovens (visitem cpb.com.br)


Domínio Próprio
Lição dos jovens 1012010

“Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado” (1Co 9:27, NVI).
Prévia da semana: O pensamento correto leva à vida correta. Depender dos sentimentos tem seus perigos. O domínio próprio é desenvolvido quando permitimos que as Escrituras orientem nosso pensamento.
Leitura adicional: Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver; Ben Carson e Cecil Murphey, Ben Carson (Tatuí, CPB, 1998)

Domingo, 28 de fevereiro
Introdução
O controle de Cristo é domínio próprio
Provérbios 25:28 basicamente nos fala sobre o controle do próprio temperamento. Os muros eram erigidos para proteger uma cidade contra o crime. A cidade que não fosse protegida estava exposta a todo tipo de coisas. Da mesma forma, a pessoa sem domínio próprio se expõe a todo tipo de males. O domínio próprio é a faculdade de restringir e dirigir a si mesmo de acordo com a vontade de Deus e para Sua glória.
Tentação – intrusa que insiste em vir, / Impedindo-me de o sucesso conseguir / No objetivo que tanto tenho almejado / De ter o fardo dos ombros retirado. / Ela mexe com meu eu se digo não / Àquilo que satisfaz à paixão. / Preso estou em situação dolorosa, / Pois existo em carne pecaminosa. / A carne aos rios do pecado me conduz / E através dos seus desejos me seduz. / A resistência ao pecado, no momento, / É um sonho de vida que acalento. / Mas o futuro, então, à mente vem / E me vejo alcançando um valioso bem – / O domínio próprio.
O domínio próprio não é obtido meramente pela supressão dos desejos, mas também pelo controle dos desejos. É a manifestação da obra de Deus em nós por meio do Espírito Santo. A falta de domínio próprio é responsável por muitos dos problemas de hoje em dia. O amor insuficiente por Deus e Sua Palavra resulta na falta de domínio próprio (2Tm 3:1-4).
Como obtemos o domínio próprio? “A fim de saber como nos conduzir circunspectamente, precisamos seguir o caminho indicado pelos passos de Cristo” (Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus [MM 1956], p. 154). Aprendemos o domínio próprio ao nos entregarmos ao Senhor. Sermos controlados por Cristo é saber que somos dEle. Nesta semana, que sua oração seja: “Dirige os meus passos nos Teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem” (Sl 17:5, Almeida, Edição Revista e Corrigida de 1969).
Mãos à Bíblia
Alguns sinônimos do domínio próprio são autodisciplina, força mental e força de vontade. Esse fruto do Espírito vai muito além de simplesmente refrear os cristãos para que não façam o que é proibido, mas inclui nos habilitar para fazer o que é bom.
1. Contra que três pecados nos previne 1 João 2:15 e 16? Como se manifestam em nossa vida se não formos cuidadosos?
2. Filipenses 4:8 menciona quais devem ser os enfoques da vida cristã. Quais são eles, e como podem nos proteger dos perigos mencionados em 1 João 2:15 e 16?
Existe uma constante luta contra o próprio eu, contra a carne e contra os caminhos do mundo. Paulo descreve esse dilema em Romanos 7:15-18. Porém, em Romanos 8:1, ele nos dá a resposta. Confira em sua Bíblia.
Edinor Lindiwe Donda | Pretória, África do Sul

Segunda, 1o de março
Evidência
Autocontrole e autodestruição
Os detalhes que envolvem a morte de Alexandre o Grande são discutíveis. Um relato declara que, enquanto estava ocupado com planos para melhorar a irrigação do Eufrates e acalmar a costa arábica do Golfo Pérsico, Alexandre ficou muito doente durante uma cerimônia em honra da partida de Nearco para a Arábia. Essa mesma cerimônia também estava comemorando a morte de Héracles. Nesse evento, Alexandre encheu uma imensa taça de vinho e a tomou rapidamente. Isso lhe causou grande dor e angústia. Contudo, ninguém conseguiu ajudá-lo, e ficou evidente que ele iria morrer. Seus amigos lhe perguntaram: “Para quem você deixa o reino?” Ele respondeu: “Para o melhor [o mais forte].” Essas foram as últimas palavras dele. Ele foi chamado o Grande, mas não foi “o grande” no exercício do domínio próprio. Ele conquistou o mundo, mas não conseguiu conquistar seus desejos. Ele literalmente morreu de beber.
Segundo uma convergência de evidências científicas e crenças espirituais, o bem-estar consistente depende mais da capacidade da pessoa de controlar experiências internas do que de controlar eventos e circunstâncias externas. Isso de maneira alguma é um conceito novo. É uma ideia encontrada em muitas culturas e religiões. O controle de desejos internos determina o resultado das experiências externas.
Na primeira parte de 2 Samuel 11, Davi intencionalmente observa Bate-Seba se banhando e ordena que ela lhe seja trazida. Como resultado dessa falta de autocontrole, Bate-Seba fica grávida, e Davi manda matar o marido dela para poder se casar com a moça. Esse assassinato em si exibe mais falta de autocontrole ainda. José, contudo, exerceu domínio próprio quando a esposa de Potifar se ofereceu para ele.
Embora a mentira dela sobre o que aconteceu tenha feito com que José fosse parar na prisão, o resultado final de sua recusa em sucumbir à proposta dela foi que uma nação foi salva da morte pela fome.
Mãos à Bíblia
Traído por sua própria família, vendido como escravo, José tinha bons motivos para duvidar do amor e cuidado (e até da existência) do Deus sobre quem ele havia sido ensinado desde a infância. Mas não foi isso o que ele fez.
3. Qual foi o segredo da vitória de José? Gn 39:7-20
4. Como José foi “recompensado” pela recusa em se submeter à tentação? Gn 39:20. Ele foi acusado falsamente e lançado na prisão. É isso o que se consegue por ser fiel?
5. Qual é a verdadeira recompensa por vivermos de acordo com a vontade de Deus? Gl 6:8
Sipiwe Nelani | Cidade do Cabo, África do Sul

Terça, 2 de março
Exposição
Nenhum de nós
O significado de temperança (Sl 101:3; 1Co 9:24-27; Gl 5:23; Fp 3:8, 9). Temperança “é o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, intelectuais e espirituais” (Ellen G. White, Educação, p. 13). É o domínio de todos os nossos atos, pensamentos, sentimentos, hábitos, apetites, desejos e paixões. Temperança, ou domínio próprio, significa morrer para o eu e deixar Cristo assumir o controle de todos os aspectos de nossa vida. Note que esse fruto descreve o relacionamento da pessoa consigo mesma.
Quando adquirir o domínio próprio (Gn 37-39; Jz 13-16; Dn 1; Lc 2:52). “Na infância e na juventude é que o caráter é mais impressionável. Então é que se deve adquirir o poder do domínio próprio. ... Mais do que qualquer dom natural, os hábitos contraídos nos primeiros anos decidirão se a pessoa há de ser vitoriosa ou vencida na batalha da vida” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 134). Prova disso é vista na vida de Jesus, na de Daniel e seus companheiros, e na de José. Muitas pessoas aconselham a desfrutar a vida enquanto se é jovem. Então, quando se chegar à velhice, alguém poderá começar a viver de maneira reta. Isso não funciona. Considere-se a vida de Sansão, Nero e Alexandre o Grande. Deus nos ensina que devemos buscá-Lo nos dias de nossa mocidade (Ec 11:9; 12:1). “O jovem que encontra prazer e felicidade em ler a Palavra de Deus e na oração, é constantemente refrigerado pela Fonte da vida. Ele atingirá uma excelência moral e amplitude de pensamentos de que outros não podem ter ideia” (Idem, p. 431).
A mente e nossas palavras (Pv 4:25, 26; Mt 6:19, 20; Cl 3:2, 3; 1Jo 2:15, 16). “A mente é a capital do corpo. ... A mente controla o homem todo. Todas as nossas ações, boas ou más, têm sua origem na mente. É a mente que adora a Deus e nos põe em contato com os seres celestiais” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 1, p. 72). O que dizemos e fazemos se origina na mente. Nossa maneira de responder aos estímulos do ambiente geralmente se origina na mente. Se sua mente estiver focada no mundo, você agirá e pensará como o mundo o faz. O apóstolo Pedro nos admoesta a estar no controle de nossa mente (1Pe 1:13). Se desejamos pensar de certa maneira, precisamos nos concentrar em coisas que estão associadas a essa maneira (Pv 4:25, 26), pois pela contemplação somos transformados. Precisamos concentrar a mente nas coisas do alto, ajuntar nossos tesouros no Céu e não amar o mundo. Precisamos nos concentrar em Cristo (Is 26:3) e aprender a pensar da maneira como Ele pensa, pois Ele é nosso perfeito exemplo. Uma vez que você tenha controle sobre a mente, será mais fácil controlar o que você fala. A Bíblia nos encoraja a temperar a palavra com graça (Cl 4:6), para que outros possam ser levados a Cristo (Cl 4:6; Rm 15:18). Ore para que Deus ponha guarda aos seus lábios (Sl 141:3). E lembre-se sempre de que as palavras expressam os pensamentos.
Os apetites (Hb 12:1; 1Co 6:19, 20; 10:31). O corpo é um templo de Deus. Portanto, não devemos consumir alimentos nem bebidas que o contaminem. Em Romanos 12:1, somos admoestados a apresentar o corpo como sacrifício vivo a Deus.
O que comemos afeta nossa maneira de pensar. “Nenhum cristão deve ingerir comida ou bebida que lhe embote os sentidos, ou que atue de tal maneira sobre o sistema nervoso que o faça degradar-se, ou o inabilite para a utilidade. O templo de Deus não deve absolutamente ser contaminado. As faculdades da mente e do corpo devem ser conservadas com saúde, de modo a ser empregadas para glória de Deus” (Ellen G. White, Temperança, p. 18). Tudo o que fazemos deve ser feito para a glória de Deus.
Os frutos (Mt 19:26; Jo 15:5, 16; Gl 5:22-25; Fp 4:13). Numa videira, os ramos produzem frutos. Os frutos e os ramos dependem da videira para sua sobrevivência. Cristo disse que Ele é a vinha e nós somos os ramos. Se nós, como ramos, permanecermos ligados a Ele, daremos muito fruto. Portanto, sem Ele não podemos produzir os frutos do Espírito. Sem Ele não podemos ter domínio próprio. O fruto do Espírito Santo só pode ser produzido em nós na extensão em que dependemos de Cristo (Mt 19:26; Fp 4:13).
Um ramo não produz frutos para consumi-los para si mesmo, mas para servir a outros. Da mesma forma, produzimos os frutos do Espírito Santo para que possamos abençoar a outros e levá-los a Cristo. Precisamos ser capazes de vencer os desejos da carne e praticar a temperança, enquanto fazemos o bem a outros. “Porque nenhum de nós vive apenas para si, e nenhum de nós morre apenas para si” (Rm 14:7).
Mãos à Bíblia
No triste exemplo de Sansão existem lições bastante poderosas que devemos aprender. Foi trágico que alguém com tantos dons e tantas promessas fosse desviado tão facilmente.
6. Considerando o que sabemos sobre Sansão, que importante mensagem e advertência encontramos a seu respeito? Jz 13:24, 25
Sansão permitiu que suas paixões e lascívia vencessem todo o bem. Quem não sofre com a realidade desse conflito? O grande conflito não é só um símbolo; descreve a batalha travada entre Cristo e Satanás, não apenas como um conflito cósmico nos céus, mas igualmente em todo ser humano.
Khwezi Yanga Toni | Cidade do Cabo, África do Sul

Quarta, 3 de março
Testemunho
Determinando o futuro
“O que pode ser feito para conter a onda de doenças e crime que está varrendo a humanidade e levando-a à ruína e à morte? Como a grande causa do mal deve ser encontrada na condescendência com o apetite e a paixão, a primeira e grande obra de reforma deve ser aprender a praticar as lições de temperança e domínio próprio. Para efetuar uma mudança permanente na sociedade para melhor, a educação das massas precisa começar cedo na vida. Os hábitos formados na infância e juventude, os gostos adquiridos, o domínio próprio obtido, os princípios inculcados desde o berço são, de maneira quase certa, o que determina o futuro do homem ou da mulher. Crime e corrupção ocasionados pela intemperança e moral frouxa podem ser evitados pelo treinamento adequado na juventude. Um dos grandes auxílios no aperfeiçoamento de um caráter puro e nobre nos jovens, que os fortaleça no controle do apetite e faça com que se abstenham de excessos degradantes, é a boa saúde física. E, por outro lado, esses mesmos hábitos de domínio próprio são essenciais para a conservação da saúde” (Ellen G. White, Advent Review and Sabbath Herald, 13 de dezembro de 1881).
“Os muros do domínio próprio e da restrição própria, em nenhum caso devem ser enfraquecidos e derribados” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 168). “Os que não vencem nas pequeninas coisas não terão força moral para resistir tentações maiores. Todos os que procuram fazer da honestidade o princípio dominante nos assuntos diários da vida, necessitam estar em guarda para que não cobicem nenhuma prata, nem ouro, nem vestes. Enquanto estiverem contentes com o alimento e o vestuário apropriados, considerarão um problema fácil guardar o coração e as mãos do vício da cobiça e desonestidade” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, p. 410).
“Sem dúvida, [irmã H] você enfrentará coisas que irão exacerbar sua mente e testá-la severamente; mas o domínio próprio pode ser seu na força de Jesus.” (Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 4, p. 501).
Mãos à Bíblia
“Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado” (1Co 9:27, NVI).
A partir dessa declaração de Paulo, responda às perguntas a seguir:
7. Que analogia (comparação) Paulo usa para nos ajudar a entender a batalha contra o eu e o pecado na qual todos estamos envolvidos?
8. Que confiança tinha Paulo a respeito da corrida em que estava? De onde vinha a confiança dele? Por que devemos ter a mesma confiança?
9. Embora Paulo mostrasse confiança, ele também estava ciente da possibilidade do fracasso. Como ele descreveu isso, e qual foi a solução?
Khaka Gomba | Pretória, África do Sul

Quinta, 4 de março
Aplicação
Quando ninguém está olhando
Resistir à tentação pode ser uma batalha, especialmente quando não há ninguém olhando. O próprio Jesus admitiu que, embora às vezes nossa mente possa estar pronta a fazer o que é correto, nossa natureza carnal é como um vento que nos impele para trás (Mc 14:38). Na hora da provação, quando você achar que ninguém está olhando, Deus está vendo. Ele deseja que pratiquemos o domínio próprio e que controlemos nosso temperamento mesmo quando formos deliberadamente provocados por outros (Rm 12:19-21). Ele deseja que nos tornemos temperantes em nossa dieta e que sujeitemos até nossos pensamentos ao que é santo e aceitável a Ele. Deus deixou um trilho para seguirmos ao desenvolvermos o domínio próprio. O trilho está claramente demarcado por placas. Eis aqui algumas:
Afivele o cinto de segurança (Is 59:1). Quando fazemos isso, estamos garantindo que nosso coração esteja seguramente preso ao divino trono da graça. Fazemos isso ao orar fervorosamente e colocar nossa confiança no Altíssimo. Estar em constante comunhão com Ele conservará Suas palavras gravadas em nosso coração. Então, o Espírito Santo poderá nos livrar.
Medite em Filipenses 4:8. Se enchermos a mente de pensamentos puros, estaremos mais bem equipados para resistir à tentação. À medida que as sementes de bons pensamentos germinarem e criarem raízes em nossa mente, estaremos mais capacitados a resistir a quaisquer ataques que coloquem em risco nosso domínio próprio. Resistir ao mal se tornará então uma questão de princípio.
Aprenda a fazer o bem (Is 1:17). Ajudar os outros é uma das melhores rotas de fuga na luta contra a tentação. Quando você estiver enfrentando uma situação probante, coloque-se em pé ao lado de Deus, dê meia volta e faça, em vez disso, o que é bom. Atos de bondade neutralizarão a tentação e direcionarão seu enfoque para a força de Deus, em vez de sua fraqueza.
Corra, amigo, corra (Tg 4:7). Fugir da tentação não é sinal de fraqueza. É sinal de domínio próprio. Deus diz que precisamos evitar o diabo porque a batalha não é nossa, mas dEle. Quando fugimos, reconhecemos Sua graça salvadora e Sua capacidade de nos salvar. Corra, e deixe que Ele tome conta de seus medos.
Mãos à Bíblia
10. Em outra ocasião, Paulo novamente se referiu à analogia da corrida que vimos anteriormente. Quais são alguns dos “pesos” que estão atrasando sua corrida? Hb 12:1
11. Que regras para viver em santidade Paulo nos aconselha a seguir? Cl 3:1-10. Como você pode aplicar essas regras à sua própria vida a fim de conseguir a vitória sobre o pecado que tão facilmente nos embaraça?
O domínio próprio não é desenvolvido em um só dia. Vem mediante ganhos e perdas, sucessos e fracassos. Leia Filipenses 3:12.
Nkosazana Uviwe Maxhela | Cidade do Cabo, África do Sul

Sexta, 5 de março
Opinião
Cuidado!
Muitos cristãos não estão cientes dos perigos para nós que vêm através dos diversos tipos de mídia. A televisão, o rádio, as revistas e muitos sites da internet têm o objetivo de controlar nossa mente sem nem mesmo termos consciência disso. “Qualquer informação programada subliminarmente para seu subconsciente não encontra resistência. Essa informação subliminar é armazenada em seu cérebro com uma identificação que acionará uma reação retardada capaz de influenciar seu comportamento.”1 Essas mensagens são apresentadas a nós tão rapidamente na forma de palavras impressas, figuras ou vozes, que não nos conscientizamos delas. Saber sobre informações que estão programadas para nos alcançar de forma subliminar dá um significado adicional ao Salmo 101:3. É quase como se o salmista entendesse plenamente que o subconsciente pode absorver muitas coisas das quais a pessoa não está nem mesmo ciente.
A mídia procura definir a realidade para nós. Grande parte dela apresenta o pecado de maneiras excitantes. É como se os que estão trabalhando em vários setores da mídia fizessem esforço especial para degradar nossas faculdades mentais e espirituais. O perigo para nós é que os valores do mundo pecaminoso gradualmente moldam nossa maneira de pensar, e, então, acabam moldando nossa maneira de viver. É aí que ocorre a luta pelo domínio próprio. A mídia também pode amortecer nosso interesse pela meditação na Palavra de Deus e nossa capacidade para tal. Aqui está o que um escritor e ávido leitor tem a dizer sobre sua experiência pessoal: “O que a internet parece estar fazendo é cortando minha capacidade de concentração e contemplação. Minha mente agora espera captar informações da maneira como a web a proporciona: numa corrente de partículas que se move rapidamente.”2
1. Steven Jacobson, Mind Control in the United States.
2. The Atlantic. “Is Google making us stupid?”, Nicolas Carr. http://www.theatlantic.com/doc/200807/google (acessado em 12 de dezembro de 2008).
Mãos à obra
  1. Estude o poema “Se” de Rudyard Kipling (http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u92310.shtml), e considere como o conselho dele, e o de Paulo em Gálatas e Colossenses, podem ajudar você a viver uma vida de domínio próprio.
  2. Prepare uma lista das coisas que você fez em seu tempo de folga na semana passada. Avalie se cada atividade foi saudável ou não. Faça uma lista de alternativas positivas para cada item negativo. Pratique suas alternativas positivas.
  3. Convide um(a) amigo(a) que ajude você a começar um novo hábito bom. Corram juntos(as), partilhem dicas de alimentação, músicas, livros, atividades missionárias, pratiquem juntos(as) o controle da ira ou estratégias para enfrentar um vício. Comprometa-se com seu(sua) amigo(a) a praticar esse novo hábito por 40 dias seguidos.
  4. Peça a um(a) amigo(a) chegado(a) que mencione uma coisa que você faz habitualmente que esteja prejudicando a você mesmo(a) ou a outros. Discutam maneiras de você mudar esse comportamento, e criem um plano para isso.
Xhantilomzi Perseverance Mlamleli | East London, África do Sul

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