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LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA PARA JOVENS (clik aqui e visitem cpb.com.br)

Lição dos jovens 412010 


“Deixo com vocês a paz. É a Minha paz que Eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo” (Jo 14:27).
Prévia da semana: Somos guardados e desfrutamos a paz unicamente mediante a comunhão com Jesus. A paz deve existir primeiro em nosso coração, antes de podermos criar a paz nas pessoas de nossos relacionamentos.
Leitura adicional: Caminho a Cristo, p. 49

Domingo, 17 de janeiro
Introdução
"Minha paz"? Como assim?
Conta-se a comovente história de uma senhora sul-africana chamada Ellen Tipnar. Não dá para enumerar as muitas tragédias que aconteceram na vida dela. Ela perdeu a visão ainda em tenra idade, ao submeter-se a um exame devido a uma leve dor nos olhos. A enfermeira colocou ácido nos olhos dela em vez de colírio. Após alguns dias, uma de suas pernas foi amputada devido a uma dor cruciante. E mais tarde ela contraiu lepra. Enquanto morava num centro para leprosos, o filho morreu de poliomielite. Imediatamente depois disso, o marido amado morreu de câncer.
Quando ela recebeu alta do centro, estava tão desfigurada que ninguém conseguia reconhecê-la. Com 55 anos de idade, já havia feito 56 grandes cirurgias. Que vida desanimadora ela teve! Porém, apesar de tudo, ninguém jamais a havia visto triste. Ela nunca perdia uma chance de partilhar o amor de Deus e todas as coisas boas que Ele havia feito para ela.
A Bíblia fala sobre um Homem inocente chamado Jesus. “Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não O tínhamos em estima” (Is 53:3, NVI). Leia também Isaías 53:7. Somente os piores criminosos morriam como Jesus morreu. Ele era poderoso o suficiente para orar ao Pai pedindo legiões de anjos para protegê-Lo (Mt 26:53). Esses anjos resolveriam o caso em segundos. Em vez disso, submeteu-Se à vontade de Deus o Pai, e assim não só nos disse, mas nos mostrou o que significa a verdadeira paz.
O mesmo Jesus disse: “Deixo com vocês a paz. É a Minha paz que Eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo” (Jo 14:27). Portanto, quando vier uma situação probante, não estaremos dizendo: “Por que eu?”, mas: “Prova-me, Senhor!”
Nesta semana, ao estudar a paz como fruto do Espírito, pense na maneira pela qual essa paz pode fazer diferença em sua vida.
Mãos à Bíblia
Ter paz com Deus é mais que se sentir à vontade em Sua presença. Significa que nós, que no passado éramos “separados de Deus e... inimigos por causa do [nosso] mau procedimento” (Cl 1:21, NVI), fomos reconciliados e restaurados à comunhão com Deus. No passado, estávamos em guerra contra Deus, mas, por Sua morte na cruz, Jesus tornou possível o cessar das hostilidades e nos possibilitou ser amigos de Deus, e não Seus inimigos. Colossenses 1:20-22 revela que não foi o pecado que fez com que Deus fosse misericordioso e perdoador; ao contrário, revelou que Ele era assim desde a eternidade. O plano de salvação demonstrou que, desde o início, Deus nos ama e está disposto a perdoar.
1. Qual é a relação entre a justificação pela fé e a paz? Como é possível ter paz sob tribulações? Rm 5:1-11
Divya V. Selvaraj | Pune, Índia

Segunda, 18 de janeiro
Exposição
Paz que protege e transforma
Nosso Senhor é o “Príncipe da Paz” (Is 9:6), e Sua presença em nossa vida cria um estado de tranquilidade espiritual. Muitas vezes, essa presença nos ajuda em situações difíceis, e esse é o principal enfoque de nosso estudo desta semana.
A bonança vem após a tempestade (Mt 8:23-27; Mc 4:35-41). Algumas experiências da vida criam medo em nossa mente. Tome por exemplo o que aconteceu com os discípulos de Jesus quando estavam atravessando o Mar da Galileia. Quando o barco se encheu de água por causa das ondas, tiveram medo de se afogar. Reconhecendo o poder destruidor da natureza, clamaram a Jesus, Aquele que criou tudo o que existe (Cl 1:16).
“Seus gritos despertam Jesus. Ao vê-Lo à luz do relâmpago, notam-Lhe no rosto uma celeste paz; leem-Lhe no olhar o esquecimento de Si mesmo, um terno amor e, corações voltados para Ele, exclamam: ‘Senhor, salva-nos, que perecemos’” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 335). Jesus estava calmo, como sempre, e ordenou ao mar que se acalmasse. O Senhor, que tinha chamado Seus discípulos para irem com Ele no barco, também nos chama para estar com Ele; e aceita Sua responsabilidade de nos levar em segurança até a praia. Portanto, não percamos a fé como os discípulos, porque Ele pode acalmar qualquer tempestade que possamos encontrar (Sl 107:29). Saber que Ele nos guiará em segurança a um lugar de descanso nos dá paz (Sl 107:30).
Descanso para os sobrecarregados (Mt 11:28, 29). Jesus estende um convite a todos nós para que vamos a Ele a fim de receber descanso. Em Mateus 11:28 e 29, Cristo não está falando sobre descanso físico, mas sobre descanso para a alma e a mente.1 Esse convite teve um efeito especial sobre aqueles que O ouviram, porque a religião israelita se havia degenerado numa rotina sem sentido de esforço para guardar as regras e regulamentos dos fariseus na tentativa de obter salvação pelas obras.2
O pecado é nosso fardo mais pesado, e só o jugo que Cristo nos oferece pode aliviar essa carga. Com a expressão “meu jugo”, Cristo queria dizer Seu modo de vida, ao qual devemos nos submeter. Seu modo de vida é resumido na Lei de Deus.3 Quando, por meio da habitação do Espírito Santo, guardamos a Lei de Deus, encontramos descanso para a alma e paz mental que nos alivia de nossos fardos.
Paz com Deus por meio de Jesus (Rm 5:1-11). Paulo inicia Romanos 5 afirmando que, “tendo sido... justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1, NVI). Quando temos tal paz, não há nada que se interponha entre nós e nosso relacionamento com Deus. Descansamos em Sua graça, à qual temos acesso por meio da fé em Cristo. Isso não significa que os problemas ou o sofrimento terão fim. Significa que, embora enfrentemos dificuldades, podemos achar paz no fato de que Jesus permanece ao nosso lado. Enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós. Que amor! Quando aceitamos esse amor, somos justificados por Seu sangue e salvos da morte eterna. Somos reconciliados com Deus. Então, podemos nos regozijar confiantemente, porque temos paz com Ele por meio de Jesus Cristo (Rm 5:9-11).
Paz com os outros (Hb 12:14; Rm 12:9-21; Sl 34:12-16). O fato de termos paz com Deus por meio de Jesus Cristo é refletido em nosso relacionamento com os outros. Assim, Paulo nos admoesta a nos esforçarmos “para viver em paz com todos” (Hb 12:14, NVI). Quando nos esforçarmos para ter paz sob a direção do Espírito Santo, nosso amor será sem hipocrisia; daremos preferência uns aos outros; serviremos prontamente ao Senhor; e satisfaremos as necessidades dos outros (Rm 12:9-13).
Depois de estarmos reconciliados com Deus, parece que temos mais provações; e em nossa fraqueza humana podemos ter a tendência de amaldiçoar aqueles que nos causam problemas. Contudo, Paulo nos admoesta a abençoar aqueles que nos perseguem (Rm 12:14). Também precisamos nos alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram (Rm 12:15). Devemos ter consideração pelas coisas boas (verso 17); e, o mais importante: devemos viver em paz com todas as pessoas, buscando verdadeiramente a paz (Rm 12:14-17, 21; Sl 34:14).
1. The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 389.
2. Ibid.
3. Ibid., v. 7, p. 213.
Mãos à Bíblia
2. Leia Mateus 11:28 e 29. O que Jesus está nos dizendo aqui? Como podemos experimentar por nós mesmos a realidade dessa promessa maravilhosa?
“É o amor de si mesmo que traz desassossego. [...] Os que se apegam à palavra de Cristo, e se entregam à Sua guarda e a Seu dispor, encontram paz e sossego. Coisa alguma no mundo os pode entristecer, quando Jesus os alegra com Sua presença. Na perfeita conformidade há descanso perfeito. O Senhor diz: ‘Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em Ti; porque ele confia em Ti’” (Is 26:3; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 330, 331).
Joy Kuttappan | Pune, Índia

Terça, 19 de janeiro
Testemunho
De frangalhos à perfeita paz
Quer saibamos ou não, o mundo todo está cansado e sobrecarregado. O fardo mais pesado que levamos é o fardo do pecado. Se fôssemos deixados a levar esse fardo sozinhos, ele nos esmagaria. Contudo, há um grande Príncipe que está disposto a tirar o fardo de nossos ombros cansados. “Jesus é nosso amigo; todo o Céu se interessa em nosso bem-estar. ... Não é vontade de Deus que Seu povo se sobrecarregue de cuidados. ... Não Se propõe tirar Seu povo do mundo de pecado e mal, mas aponta-nos um refúgio que nunca falha. Convida o cansado e carregado de cuidados. ... Podemos encontrar descanso e paz em Deus, lançando sobre Ele todos os nossos cuidados; pois Ele cuida de nós” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 294). “É seu propósito comunicar paz e descanso a todos os que a Ele vão em busca do pão da vida” (Ellen G. White, Caminho a Cristo,p. 47). “O coração que se encontra em harmonia com Deus partilha da paz do Céu, e difundirá ao redor de si sua bendita influência. O espírito de paz repousará qual orvalho sobre os corações desgostosos e turbados pelos conflitos mundanos” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 28).
“Os que se apegam à palavra de Cristo, e entregam a alma a Sua guarda, e a vida a Seu dispor, encontrarão paz e sossego. Coisa alguma no mundo os pode entristecer, quando Jesus os alegra com Sua presença. Na perfeita conformidade há descanso perfeito. O Senhor diz: ‘Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em Ti; porque ele confia em Ti’ (Is 26:3). Nossa vida pode parecer um emaranhado; mas ao confiarmos ao sábio Obreiro-Mestre, Ele tirará dali o padrão de vida e caráter que O glorifique” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 331).
Mãos à Bíblia
Conta-se a história de dois pintores. Cada um pintou um quadro para ilustrar seu conceito de descanso. O primeiro escolheu para sua cena um lago sereno, calmo entre as montanhas ao longe. O segundo pintou um cachoeira trovejante com uma frágil árvore curvada sobre a espuma; na forquilha de um galho, quase molhado pelos respingos da catarata, um pequeno pássaro sobre o ninho. Quem retratou melhor a essência do descanso? Não é frequentemente neste mundo de tumulto que achamos o descanso de um lago solitário nas montanhas. Com maior frequência, encontramos descanso em meio ao tumulto da vida real.
3. Leia um exemplo de paz em meio ao tumulto (Mt 8:23-27). Como é possível dormir numa situação dessas? Qual era o segredo de Jesus? (Veja também Mc 4:35-41; Lc 8:22-25.)
Esther Synthia Murali | Chennai, Índia

Quarta, 20 de janeiro
Evidência
Reconciliação e paz
Na conclusão da Criação, Deus viu que tudo era “muito bom” (Gn 1:31). Havia absoluta paz por toda parte. Os seres humanos estavam em constante comunhão com Deus. Mas a paz não durou. Quando a serpente deu seu golpe, o antagonismo e a alienação substituíram a paz (Is 59:2).
O Deus da paz, a quem adoramos, não foi pego de surpresa nem estava despreparado. Já havia elaborado um plano desde a fundação do mundo (Ef 1:3, 4; 1Pe 1:17-20; Ap 13:8). A obra de nos fazer voltar ao relacionamento original de paz consigo mesmo era Sua prioridade máxima. Assim, “Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado” (Rm 5:8). Ao morrer na cruz, Ele não apenas nos redimiu, mas também nos reconciliou com Deus.
Quando Deus nos reconcilia consigo, espera que nos reconciliemos uns com os outros (Rm 2:10). Não é possível que estejamos reconciliados apenas com Deus e ainda produzamos o fruto da paz quando há animosidade entre nós e outras pessoas. Leia João 4:11, 20, 21. Eis aqui uma poderosa ordem de Deus. Hebreus 12:14 apresenta o conceito de maneira clara e direta: “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (NVI). Quando existe reconciliação entre Deus e os seres humanos, e entre os seres humanos entre si, então o fruto da paz é manifesto em nossa vida.
Jesus revelou outro aspecto da paz, que completa a descrição do fruto da paz. Leia João 14:27. A paz vem de Deus. A paz pertence a Deus. É um dom que Deus nos dá. Ela se mostra em nossa vida somente quando estamos na presença e na santidade de Deus (Mt 11:28).
Mãos à Bíblia
4. Da vida e do exemplo de Jesus, o que podemos aprender para que essas advertências se apliquem à nossa vida? Existe alguma coisa que torna difícil, senão impossível, atender a essas advertências?
Por mais estranho que pareça, o lugar mais difícil de ser cristão é em casa. Que tragédia, pois o lar deveria ser o lugar em que todos tivessem paz!
5. Que recomendações de Paulo, se cumpridas, podem ajudar a trazer paz ao lar? (Rm 12:9-21). Faça uma aplicação prática desses conselhos.
Lamm B. Fanwar | Pune, Índia

Quinta, 21 de janeiro
Aplicação
Uma vida cristã de paz
Não é fácil alguém, por si só, viver uma vida de paz. Contudo, apegando-se à Fonte da Paz, o crente pode alcançar a perfeita paz. Os seguintes passos podem ajudar você:
Aja com fé. Uma fé dinâmica é essencial para enfrentarmos os problemas da vida. Quando Jesus chamou Seus discípulos a fim de atravessarem para o outro lado do Mar da Galileia, eles “fielmente” iniciaram a viagem. Mas quando a fúria da natureza os colocou à prova, deixaram de agir com fé. Jesus, contudo, veio em socorro deles, mas não sem lhes perguntar: “Por que vocês estão com medo, homens de pequena fé?” (Mt 8:26, NVI). Essa pergunta nos ensina que, em situações difíceis, não temos que perder a fé. Em vez disso, precisamos de fato agir com fé. Leia Tiago 2:14-26. Aqui aprendemos que a fé sem obras é morta (v. 26). Portanto, para ter uma vida de paz, aja com fé em todos os momentos.
Confie nAquele que carrega os fardos. Se estiver andando sozinho com uma bagagem pesada e alguém oferecer ajuda, você vai ficar muito feliz e aliviado. O mesmo acontece em nossa vida cristã. Estamos carregando uma bagagem pesada – o fardo do pecado. Jesus, contudo, Se oferece para carregar, Ele mesmo, todo o fardo (Mt 11:28, 29). Seu jugo se refere a Seu modo de vida.* E Seu modo de vida foi submeter Sua vontade à vontade do Pai.
Pratique a paz. Praticar a paz que recebemos de Jesus é um processo que dura a vida toda. É por isso que o apóstolo Paulo diz que devemos nos esforçar “para viver em paz com todos” (Hb 12:14). A fim de ter uma vida pacífica, precisamos praticar a paz com nosso próximo por meio de nossas palavras e atos.
*The SDA Bible Commentary, v. 5, p. 389.
Mãos à Bíblia
6. Leia Mateus 5:23 e 24. Que princípio básico Jesus ensinou aqui? Por que é tão difícil cumprir esse princípio em nossa vida?
É evidente que Jesus leva mais a sério nossas relações mútuas do que nós. Não é difícil que, por anos, exista amargura e ressentimento entre os membros de uma igreja. Imagine como as coisas seriam diferentes se todos seguíssemos esse ensino.
7. Qual é uma das características dos filhos de Deus? Mt 5:9. Que significa ser “pacificador”?
8. De acordo com Colossenses 3:13-15, de que três maneiras devemos nos relacionar com os outros membros da igreja? Que significam essas recomendações?
Stenoy Stephenson | Pune, Índia

Sexta, 22 de janeiro
Opinião
Sem Cristo não há paz
Não há paz no mundo sem Cristo. As pessoas se preocupam com as coisas que cobiçam, esperam por elas, anseiam e delas duvidam. Elas querem. Elas precisam. Elas exigem. Sem a orientação de Deus, elas permitem que se arraiguem nelas falsas necessidades e esperanças que estão fora da vontade de Deus. Depois, reclamam para Ele e dEle duvidam quando suas orações egoístas não são atendidas. O resultado é a falta de paz. Para resolver esse problema, as pessoas muitas vezes tentam criar uma falsa paz com álcool, drogas, sexo e outros vícios. Às vezes, negam seus pecados e afastam a convicção do Espírito Santo. Já não mais sentem no coração o toque da correção de Deus. São deixadas a seguir os próprios caminhos.
A verdadeira paz só pode ser encontrada em fazer a vontade de Deus. A verdadeira paz é um dom de Deus encontrado apenas em Cristo. Quando Deus viver em você, a verdadeira paz sempre será sua. Com um Amigo tão maravilhoso que está sempre pensando em nós, sempre cuidando de nós, nunca pode haver qualquer necessidade de preocupação.
A Bíblia diz que Deus é o “Deus da paz” (Hb 13:20). Nada jamais O perturba. Nenhuma tempestade originada na Terra invade a santa calma de Sua presença. Ele está sempre em paz. Com perfeita visão, Ele vê o fim desde o princípio. Você pode imaginar Deus ansioso? Impossível! Não há problema para o qual Ele não tenha uma solução. “Nada é difícil demais” para o Senhor (Jr 32:17, NVI). O Filho de Deus é chamado o “Príncipe da Paz” (Is 9:6). “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus” (Fp 4:7, NVI). Tal paz é um dos ricos dons do Seu amor. Todos nós podemos tê-la se O buscarmos e a praticarmos.
Mãos à obra
  1. Desenhe um símbolo que melhor represente a ideia de paz.
  2. Fotografe cenas que ilustrem o conceito de paz.
  3. Pesquise sobre os efeitos do estresse (falta de paz) sobre o corpo.
  4. Procure na seção “Alegria e Paz” do Hinário Adventista e escolha um hino que fale de paz. Cante-o ou repita as palavras da letra.
  5. Conte a um amigo ou colega de trabalho como Deus lhe deu paz para estes tempos atribulados.
  6. Pense numa ocasião em sua vida em que você não sentiu paz. Analise por que a paz estava ausente. Depois, considere uma ocasião em que você sentiu total paz. O que você pode fazer para viver com mais paz na semana que vem?
  7. Passe pelo menos 30 minutos junto à natureza. Enquanto estiver lá, identifique o que há na natureza que dissipa o estresse e aumenta o senso de paz e bem-estar.
Benji Stephen | Pune, Índia

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